Sabemos que a solução desse tipo de demanda exige que muitas condições sejam cumpridas. Por isso é tão importante que o profissional bem qualificado e de confiança oriente seus clientes desde o início, para que toda a tramitação do inventário seja feita de forma mais rápida e eficiente.
A partilha de bens pode gerar conflitos entre familiares logo no início da abertura do inventário. A orientação correta por parte do profissional qualificado pode fazer com que tensões sejam substituídas por soluções que atendam aos interesses de todos os envolvidos.
Ao decidir pelo inventário, os familiares reúnem os documentos básicos para entregar ao advogado ou ao Cartório, no caso de inventário extrajudicial. O advogado deve orientar sobre requisitos e exigências para evitar atrasos e custos desnecessários, especialmente com documentos de validade curta.
A avaliação dos bens com base no real valor de mercado faz com que a partilha seja feita de forma correta, evitando-se o pagamento indevido de impostos e questionamentos e conflitos por parte dos envolvidos.
Realizar uma avaliação minuciosa de toda a documentação e dos bens que podem ser partilhados possibilita identificar a estratégia mais adequada para cada caso.
A atuação de um profissional especializado facilita o diálogo entre os herdeiros, promovendo a resolução de conflitos e evitando a judicialização de questões que podem ser resolvidas por meio de acordos.
Um acompanhamento contínuo e personalizado assegura que cada etapa do processo seja conduzida de acordo com a legislação, minimizando riscos e garantindo o cumprimento de todas as exigências legais.
Um processo judicial bem instruído com todos os documentos exigidos e a atuação eficiente do profissional qualificado pode ser resolvido num tempo razoável, sem tanta demora.
O inventário extrajudicial (Cartório) certamente é o procedimento mais rápido para resolver um inventário. Entretanto, ao fazer a opção pelo Cartório, será preciso verificar se aquela família cumpre os requisitos legais exigidos, dentre os quais, a ausência de conflito entre os herdeiros.
Outro fator que merece ser observado é em relação aos custos. É possível fazer uma prévia apuração dos valores cobrados pela Justiça (custas judiciais) e pelo Cartório (emolumentos). Assim, a família pode decidir pela melhor opção financeira para fazer o inventário, minimizando despesas.